Blog do Bruno Volpato
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Assim como Wolf Blitzer, eu já tive que sair do bar direto para um plantão
O veterano âncora da CNN deixou o coquetel de lado para cobrir a saída de Joe Biden da corrida presidencial dos Estados Unidos; eu sei como ele se sentiu.
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Sem nenhum envolvido preso até hoje, o 7 a 1 completa 10 anos
É preciso tratar a derrota do Brasil por 7 a 1 para a Alemanha na Copa do Mundo de 2014 como o que ele realmente foi: uma tragédia nacional.
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Um grupo de WhatsApp, um jogo de basquete e um joelho de velho
Após oito anos sem encarar esportes coletivos por causa de um joelho bichado, eu achei que seria uma boa ideia jogar um basquete no meu condomínio.
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“The White Lotus” e o triunfo de personagens detestáveis em séries de sucesso
Eles têm defeitos de caráter, moralidade dúbia, tomam decisões erradas ou são irritantemente burros; alguns reúnem tudo isso ao mesmo tempo.
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Como explicar ver Ucrânia x Eslováquia para cônjuges que não curtem a Euro
Então você quer ver todos os jogos da UEFA Euro 2024, mas não está tendo apoio em casa para a iniciativa? Confira argumentos para usar e convencer!
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10 anos da melhor (cobertura de) Copa do Mundo da história
A Copa de 2014 teve uma cobertura luxuosa e aguerrida realizada pelo Laranjas, diretamente dos sofás das nossas casas em um mês muito louco.
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O roast do Tom Brady e as maiores piadas de corno de todos os tempos
O ídolo do futebol americano e ex-Giselo encarou um roast ao vivo na Netflix, em que foi insultado e zoado sem dó por amigos e comediantes.
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Por que você não faz o seu próprio blog sobre qualquer coisa?
Faço essa pergunta do título a você, mas há dois meses fiz para mim mesmo; e este blog começou quando fiz essa pergunta a outra pessoa.
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“Vamo Batê Lata”, dos Paralamas: o melhor disco ao vivo do rock brasileiro
Vamo Batê Lata traz os Paralamas do Sucesso em grande forma de som e imagem e, de quebra, ainda tem um grito bem engraçado no meio de um grande clássico.
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Meus bordões preferidos de Silvio Luiz, que se foi hoje aos 89 anos
Silvio Luiz se foi, mas seus bordões, como “olho no lance” e “pelas barbas do profeta” permanecerão eternos para os fãs do futebol brasileiro.
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Que sirvam suas façanhas de modelo a toda Terra, povo gaúcho
Eu costumo brincar que sou um gaúcho não praticante, mas a coragem e a luta do povo do Rio Grande do Sul trouxeram para mim um novo significado.
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A morte de Ayrton Senna sob a perspectiva de uma criança de 11 anos
Em 1º de maio de 1994, Ayrton Senna morreu e eu, com 11 anos, tentava sem muito sucesso entender o que estava acontecendo e o que eu sentia.